Natal: a viagem e Ponta Negra

Fazer check in em casa e não despachar bagagem é uma tranquilidade. Nunca embarquei tão fácil na minha vida. Inclusive no raio-x, pois aumentaram a quantidade de aparelhos.  Não tive nenhum problema com peso da mala, pois não conferiram nada. A rapidez para embarcar é bem diferente da decolagem, que a cada dia fica mais lenta. Foram mais de 30 minutos de voltinha na pista até  o avião decolar de fato, mas chegamos em Natal no horário previsto, incluindo as voltinhas do desembarque.

O time do Vasco foi no mesmo voo que eu, inclusive dois jogadores sentaram do meu lado. E neste momento, toda minha cautela para não pegar gripe na última semana foi por água a baixo. Isso porque o carinha que estava do meu lado estava super gripado e foi fungando às 3 horas de voo.

Após a chegada demorei cerca de 1h30 para sair do aeroporto por causa da espera do transfer e o longo translado, que passa pela ponte Newton Navarro. O aeroporto é no meio do nada. Visto de cima,  tem uma floresta e de repente surge a pista com as laterais de barro. Parece aeroporto no meio da selva. O prédio está bonito, apesar da cara de que ainda estão terminando (não vi nenhuma obra, mas não aprece acabado), isso três meses após a inauguração.

Quando cheguei na pousada já era noite e fui logo para o calçadão de Ponta Negra comer. Fiquei surpresa. A principal praia turística da cidade tem cara de Região dos Lagos. Simplesmente não tem cara de capital de estado. É bem diferente das parias urbanas de Salvador ou Aracaju. Jantei em um restaurante chamado Mango, que tem aquele botão na mesa para você chamar o garçom. Adorei! Depois andei um pouco mais no bairro e voltei para a pousada. Hoje não tirei foto.

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5 ideias sobre “Natal: a viagem e Ponta Negra

    1. N. Autor do post

      Demorei 30 minutos para sair do aeroporto, pois o transfer estava tentando fechar um grupo maior (foram apenas 4 pessoas em uma van para umas 12 pessoas + motorista). Depois foram mais 1 hora até a pousada.
      É a minha cara pegar autógrafo. Ainda mais de um desconhecido. Felizmente não peguei nem a gripe. Acho que no final do voo eu estava fungando era por causa do ar condicionado mesmo.

      Resposta
  1. Leana Sá

    Putz! Só hj consegui localizar suas publicações aqui na aba “experiencias”, todo dia eu entrava e dava de cara com as pedras, achava que vc não tinha escrito nada. Ok, agora já me situei!! 🙂 #lesada
    Fiquei curiosa com Ponta Negra, quero fotos!!!

    Resposta

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