Natal: resumo e curiosidades

– Algumas pessoas me falaram para ter cuidado, mas não achei Natal uma cidade insegura. Claro que me mantive alerta, mas nada fora do normal. As proximidades do forte e em partes do Centro (próximo a Ribeira) são lugares ermos e, portanto, perigosos no padrão “cidade grande brasileira”. Os subúrbios devem ser mais perigosos como de costume.

– As cestinhas do supermercado tem alarme para não roubarem. 😮

– Tanto artesanato, quanto comida achei tudo nordestino, mas nada específico.

– De comida tem muita coisa com queijo coalho, farofa de carne de sol (carne desfiada, normalmente com algum tempero) e camarão – é o maior produtor do país. Nos restaurantes de prato feito comum poder trocar a batata frita por macaxera (aipim).

– Os artesanatos tem muito boneco de barro, garrafinha com desenho feito de areia, bordado, bolsa e chapéu de palha.

– Quase não tem bancos na cidade – exceto Banco do Brasil. O caixa eletrônico do Itaú mais perto era uns 40 minutos a pé da pousada. E se esse estiver inoperante (ocorreu comigo) o outro era mais uns 40 minutos. E todo mundo fala para você ir ao Banco 24 horas. Na rodoviária só tem caixa do Banco 24 horas.

– Meus pais falaram que os carros paravam para os pedestres passarem, mas não vi isso com frequência. Eu normalmente seguia o esquema do Rio: vou andando e atravesso quando vejo que dá.

– Em Natal há as “elevações para passagem de pedestre”, que são faixa de pedestres em quebra molas.

– Todo mundo anda devagar (carros, ônibus e pessoas).

– Andar de ônibus na cidade é fácil e tranquilo. Os motoristas e cobradores são atenciosos. O problema disso é que a população não grava os números e itinerários dos ônibus. A primeira pessoa que perguntei sobre ônibus me respondeu simplesmente que não entendia nada sobre o assunto. É mais fácil perguntar nas atrações turísticas, as vezes, nos restaurantes e aos vendedores de água/doce dos pontos (é muito comum ter esse camelô), que sabem até o horário do ônibus.

– Ir para outros municípios de ônibus é mais complicado. Muitos só passam de hora em hora.

– Com mais um dia e boa vontade – ou acordando mais cedo – teria ido a Genipabu e ao Maior Cajueiro do Mundo. Mas deu para conhecer a cidade em três dias.

 

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4 ideias sobre “Natal: resumo e curiosidades

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