Recife/PE

Os rios Capibaribe e Beberibe simbolizam o período de prosperidade da colonização holandesa no século XVII e a construção das históricas pontes. Porém os rios, ou melhor, os magues são símbolo de pobreza e exclusão social, inspiraram diversos pensadores brasileiros como o poeta João Cabral de Melo Neto, o médico e geógrafo Josué de Castro, o sociólogo Gilberto Freyre, o pintor Cícero Dias e o músico Chico Science e todo o movimento manguebeat.
Atualmente Recife tem cerca de 1.537.704 habitantes (Censo 2010) em 218,435 km². A época da chuva na capital de Pernambuco é de abril a junho.
O aeroporto e rodoviária “da cidade” fica na vizinha Jaboatão dos Guararapes. É possível sair do aeroporto de ônibus (10 minutos de Boa Viagem e 25 minutos do Centro), de táxi ou de metrô. Da rodoviária há três linhas de metrô ligando o Centro à Zona Sul e a Jaboatão dos Guararapes. Os itinerários de ônibus estão disponíveis no site granderecife.pe.gov.br. Chega-se a cidade de ônibus vindo de João Pessoa em uma viagem de 2 horas pela companhia Progresso.
As comidas típicas da região são a Cartola (banana frita com queijo-manteiga e canela), o bolo Sousa Leão (massa de mandioca, ovos, leite de coco e calda quente de açúcar), e o famosíssimo bolo de rolo (rocambole de goiabada com camadas bem finas de massa de bolo).
Há diversos pontos interessantes que vão muito além do mar. Além de está a apenas 10 km de Olinda, 56 km da Ilha de Itamaracá e 81 km de Porto de Galinhas.

RECIFE ANTIGO
O Recife Antigo é na verdade o Bairro Recife, mas comumente usa-se a expressão para se referir aos bairros mais antigos, onde se localizam os pontos turísticos culturais da cidade. Ou seja, além do Recife, Santo Antônio e São José sempre são listados, além de as vezes incluírem parte de Santo Amaro e Boa Vista.

Bairro Recife:
A única área onde ainda é possível observar alguma herança holandesa. Essas estão no pragmatismo do planejamento, na ponte Maurício de Nassau, na Torre Malakoff e na Sinagoga Kahal Zur Israel. Até o inicio do século XX, era a área central da cidade que desempenhava importante papel comercial, mas entrou em decadência. No final do século passou pelo processo de revitalização, que atualmente está parado e teve até um pequeno retrocesso nos últimos anos.
• Cais do Sertão: instalado em um dos antigos armazéns do cais – assim como o Centro do Artesanato de Pernambuco – o centro cultural usa a tecnologia como suporte para retratar a cultura do sertão nordestino. Assim como usa a obra de Luiz Gonzaga e a interatividade para sensibilizar os visitantes. Horário: 3ª a domingo. Local: Avenida Alfredo Lisboa (próximo ao Marco Zero). O site redireciona para o Facebook. Ingresso: R$ 8 (3ª feira é grátis).
• Caixa Cultural: o prédio neoclássico no início do século XX construído para ser sede do Banco de Londres na cidade, atividade que exerceu até 1977. O espaço abriga exposições, teatro e oficinas. Horário: 3ª a domingo de 12h às 20h. Local: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife. Ingresso: grátis.
• Centro Cultural dos Correios: Centro Cultural que recebe exposições temporárias. Horário: 3ª a 6ª feira das 9h às 18h e final de semana das 12h às 18h. Local: Avenida Marquês de Olinda, 262, Bairro do Recife. Ingresso: grátis.
• Centro Cultural Judaico (Sinagoga Kahal Zur Israel): a ocupação holandesa foi um período de liberdade religiosa. Grupos de judeus, fugindo da perseguição europeia, se estabeleceram na cidade. Aqui eles construíram a primeira sinagoga da América, abandonada após a retomada portuguesa. Atualmente o piso original feito na típica da tijolaria holandesa do século XVII. Horário: 3ª a 6ª feira das 9h às 17h e domingo das 14h às 18h. Local: Rua do Bom Jesus, 197, Bairro do Recife. Ingresso: R$ 10 (via Diário de PE) / R$ 6 (via Lonely Planet).
• Centro do Artesanato de Pernambuco: um dos velhos armazéns do cais do Porto do Recife com 2.511m² foi transformado em mercado para peças de artesãos pernambucanos. O Centro conta ainda com espaço de exposição dos mestres do artesanato estadual e tem vista para o Parque das Esculturas de Francisco Brennand. Horário: Diariamente das 10h às 20h. Local: Avenida Alfredo Lisboa, armazém 11, Bairro do Recife. Ao lado da Praça do Marco Zero. Ingresso: grátis.
• Embaixada dos Bonecos Gigantes: casarão que guarda os emblemáticos bonecões de fibra de vidro com 3,5m de altura que circulam pelo carnaval de Olinda. O Homem da Meia-Noite, primeiro boneco, surgiram na década de 30 e agora são 200 bonecos no acervo do museus, mas apenas 60 estão na exposição permanente. Horário: diariamente das 8h às 18h. Local: Rua do Bom Jesus, 183, Bairro do Recife. Ingresso: R$ 10.
 Feira do Recife Antigo ou Feira do Bom Jesus: reúne barracas de roupas, arte, artesanato e quitutes. Grupos de maracatu ensaiam pelos arredores. Horário: domingo das 14h às 20h. Local: Rua do Bom Jesus, Bairro do Recife. Ingresso: grátis.
• Igreja Madre de Deus: prédio de 1655 reúne mobiliário em jacarandá e colunas barrocas douradas. Alguns painéis do altar-mor se mantêm danificado por causa de um incêndio em 1971. Horário: 3ª a 6ª feira das 8h ao 12h e das 14hàs 17h, domingo de 8h às 17h. Missa: 3ª e 4ª feiras ao 12h15, domingo às 11h. Local: Rua Madre de Deus, Bairro do Recife (ao lado do Paço Alfândega). Ingresso: grátis.
• Marco Zero ou Praça Rio Branco (nome oficial): praça construída em 1938, palco para grandes shows e manifestações. Cercado por antigos edifícios neoclássicos. No chão há uma rosa dos ventos desenhada por Cícero Dias. Ainda no chão, há um brasão que mostra o ponto inicial da construção da cidade. Tem vista para o Parque das Esculturas.
• Paço Alfândega: shopping construído no local da antiga alfândega portuária. As paredes originais do prédio estão preservadas. Possui um centro cultural e um terraço com vista panorâmica e piso de Brennand. Horário: 2ª a sábado das 10h às 22h, domingo 12h às 21h. Local: Rua da Alfândega, 35, Bairro do Recife.
• Paço do Frevo: é um centro cultural com o objetivo de preservar a memória do ritmo através de exposição interativa sobre a história do ritmo, de apresentações de grupos e do ensino da dança e da música. Horário: 3ª a 6ª das 9h às 18h (exceto 5ª, até 21h), sábado e domingo 12h às 19. Fecha 2ª feira. Local: Praça do Arsenal da Marinha, 91, Bairro do Recife. Ingresso: R$ 6 (grátias às 3ª feiras, informação não oficial).
• Parque das Esculturas de Francisco Brennand: conjunto de esculturas de Francisco Brennand instaladas sobre um mole que separa o ancoradouro do Porto de Recife do mar aberto. A mais famosa das obras é a Torre de Cristal com 32m de altura. Se for ao parque cuidado para não se molhar nas ondas que quebram forte no mole. No parque há um restaurante de frutos do mar chamado Casa de Banhos. Horário (barcos): diariamente das 7h às 17h. Acesso: de barco pelo marco zero (10 minutos) ou de carro pela Praia da Boa Viagem. Ingresso: grátis, mas precisa pagar o translado de barco (R$ 60 barco para 10 pessoas).
• Ponte Mauricio de Nassau: primeira ponte construída no Brasil liga os bairros do Recife e Santo Antonio e foi inaugurada em 1645. Em cada extremidade da ponte há uma estátuas de bronze.
• Rua Bom Jesus (Rua dos Judeus): na época de Nassau concentrou lojas de judeus, além da sinagoga. Daí vem a acunha de rua do Judeus. Atualmente é a principal rua do bairro repleta de prédios históricos e local da feira de domingo.
• Rua da Moeda: rua cheia de bares e onde é comum ver maracatu na rua. Porém é melhor ir a tarde, pois fica perigoso a noite.
• Torre Malakoff: torreão em estilo tunisiano construído no século XIX para ser entrada do Arsenal de Marinha. Transformou-se em observatório astronômico e agora é um mirante de onde se aprecia parte do Recife Antigo, do Rio Capibaribe e do mar. Horário: 3ª a 6ª das 10h às 18h, sábado das 15h às 18h, domingo das 15h às 19h. Local: Praça. do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife. Ingresso: grátis.

Santo Antônio:
• Casa da Cultura: antigo presídio (1860-1973) transformado em mercado de arte e artesanato, que inclui xilogravuras, cerâmica, rendas e cestaria de palha. Cada loja ocupa uma das antigas celas do prédio. Horário: 2ª a sábado das 9h às 19h, sábado das 9h às 19h e domingo das 9h às 14h. Local: Rua Floriano Peixoto (Cais da Detenção), Santo. Antônio. Sites: 1 e 2. Ingresso: grátis.
• Igreja da Ordem 3ª de São Francisco do Recife ou Capela Dourada: a mais famosa igreja de recife tem teto e paredes como um mosaico de pinturas com molduras douradas lembrando a Capela Sistina, do Vaticano. Ela faz parte de um conjunto que inclui a Igreja de Santo Antônio, em estilo rococó de 1804, um pequeno Museu de Arte Sacra, e painéis de azulejos portugueses de 1606 na junção da igreja com o convento. Horário: 2ª a 6ª feira das 8h às 11h30 e das 14h às 17h, aos sábados das 8h às 11h30. Local: Rua do Imperador Pedro II, Santo. Antônio. Ingresso: R$ 3 (via Lonely Planet e Guia 4 Rodas).
• Igreja do Santíssimo Sacramento (Matriz de Santo Antônio): igreja barroca do final do século XVIII. Horário: 2ª a 6ª feira das 7h às 12h e das 14h às 18h. Local: Praça da Independência, Santo Antônio. Ingresso: grátis.
• Pátio São Pedro: largo rodeado de prédios coloniais bem preservados atualmente é um rico reduto cultural. Local: Travessa de São Pedro.
. – Catedral de São Pedro dos Clérigos: igreja barroca e rococó de 1792 possui portas em jacarandá e muita talha dourada no púlpito. Horário: 2ª a 6ª feira das 8h às 12h e 14h às 17h. Ingresso: grátis.
. – Memorial Chico Science: exibe vídeos e a discografia do músico, símbolo do manguebeat. Horário: 2ª a 6ª feira das 9h às 17h. Local: Pátio São Pedro, 21, Santo Antônio. Ingresso: grátis.
. – Memorial Luiz Gonzaga: a casa serve de homenagem o Rei do Baião. Horário: 2ª a 6ª feira das 9h às 17h. Local: Pátio São Pedro, 35, Santo Antônio. Sites: 1 e 2. Ingresso: grátis.
. – Museu de Arte Popular: reune trabalhos de Mestre Vitalino, Ana das Carrancas e Zé Caboclo. Horário: 2ª a 6ª feira das 9h às 17h. Local: Pátio São Pedro, 11, Santo Antônio. Sites: 1 e 2. Ingresso: grátis.
. – Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam): uma filial do museu, que fica na Boa Vista. Horário: 3ª a 6ª feira das 13h às 18h, sábado das 12h às 17h. Local: Pátio São Pedro, 17, Santo Antônio. Ingresso: grátis.
• Praça da República:
 – Palácio do Campo das Princesas: prédio neoclássico de 1841, que abriga a sede do governo estadual. O palácio serviu como Paço Imperial para abrir D. Pedro II em sua visita oficial, por isso recebeu o atual nome. A visitação vai do jardim às margens do Rio Capibaribe ao gabinete do governador. A visita deve ser agendada (visitapalacio@governadoria.pe.gov.br) e há um limite de 75 visitantes por turno. Horário: 5ª e 6ª das 9h às 11h e das 14h às 16h. Domingo das 10h ao 12h. Local: Praça da República, Santo. Antônio. Ingresso: grátis.
 – Teatro de Santa Isabel: prédio do século XIX está aberto a visitação guiada do hall de entrada até o palco. Horário: Domingo das 14h às 17h. Local: Praça da República, Santo. Antônio. Ingresso: grátis.
.- Palácio da Justiça: visita externa.
• Rua Aurora: ao caminhar ao longo do rio Capibaribe a vista é o colorido casario da rua Aurora no outro lado do rio, já no bairro Boa Vista.
.- Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam): a antiga Galeria Metropolitana de Arte Aloisio Magalhães transformou-se em museu em 1997. Instalada em um casarão de três andares do século XIX possui salas de exposição, biblioteca, auditório e café. Seu acervo foca-se na arte moderna e contemporânea brasileira em geral. Horário: 3ª a 6ª feira das 12h às 18h, sábado e domingo das 13h às 17h. Local: Rua Aurora, 265, Boa Vista. Ingresso: grátis.

São José:
• Forte das Cinco Pontas & Museu da Cidade do Recife: Após algumas batalhas o forte perdeu uma das pontas restando atualmente apenas quatro. Atualmente abriga o Teatro do Forte e o Museu da Cidade, que reúne peças arqueológicos e reproduções de mapas dos séculos XVI a XX. Horário: 3ª a 6ª feira das 9h às 17h e final de semana das 13h às 17h. Local: Largo das 5 Pontas, São José. Ingresso: R$ 4 (via Lonely Planet e Guia 4 Rodas).
• Mercado de São José: antigo mercado inaugurado em 1875, cuja estrutura de ferro segue o modelo do mercado de Grenelle, na França. Atualmente possui mais de 500 lojas, onde se vende redes, brinquedos e ingredientes típicos. Horário: 2ª a sábado das 6h às 17h30 e domingo das 6h às 12h. Local: Praça Dom Vital, São José. Ingresso: grátis.
• Passeio de Catamarã: passeio de barco de 1h15 pelos rios Capibaribe e Beberibe, que passa em frente a prédios históricos e sob as seis pontes da cidade. Precisa reservar. Horário: 16h ou 20h. Local (saída): Restaurante Catamaran, Cais das Cinco Pontas (próximo ao Forte). Custo: R$ 40.

OUTRAS REGIÕES
• Fundação Gilberto Freyre (Casa-Museu Magdalena e Gilberto Freyre): sítio e casa grande do século XIX onde viveu o sociólogo Gilberto Freyre (1900-1987) de 1941 até falecer. A relatos de que a Fundação está com problemas financeiros e a manutenção do prédio não é das melhores. Horário: de 2ª a 6ª feira das 9h às 16h30. Local: Rua Dois Irmãos, 320, Apipucos. Ingresso: R$ 10.
• Poço da Panela: Passear pelas ruas do bairro, assim como do vizinho Casa Forte, é conferir casarões do século XIX, quando a aristocracia recifense aproveitava os verões à beira do Rio Capibaribe. O bairro era uma área rural até 1970, quando foi loteado, mas muitos prédios ainda estão conservados porque a região é tombada pela Prefeitura. O escritor Ariano Suassuna morava no Poço. Local: Zona Norte. Visita externa.
• Olha Recife! Projeto da prefeitura que oferece nos finais de semana passeios guiados de ônibus, catamarã e/ou a pé. Precisa reservar e as vagas são limitadas.Ingresso: grátis.

Boa Viagem:
• Praia da Boa Viagem: a orla de Recife se resume aos 9 km dessa praia famosa por seus arrecifes, que nomeiam a cidade e formam piscinas naturais na maré baixa. Mas a fama também vem pelos constantes ataques de tubarões. Estes ocorrem porque a construção do Porto de Suape, ao sul de Recife, destruiu manguezais e o desvio o curso dos rios Ipojuca e Merepe. Com a destruição ambiental das áreas utilizadas como berçários, os tubarões passaram a utilizar o rio Jaboatão, ao norte da área de Suape, e que desemboca exatamente nas praias da região metropolitana do Recife.
A praia tem muita infraestrutura e é onde fica maioria das hospedagens de Recife. O aeroporto fica ao lado do bairro.
• Parque Dona Lindu: inaugurado em 2011, é um parque a beira mar com áreas de lazer, esculturas de Abelardo da Hora e dois prédios de Oscar Niemeyer: o Teatro Luiz Mendonça e a Galeria Janete Costa, que recebe exposições temporárias. Horário (galeria): 3ª a 6ª feira das 14h às 20h, final de semana das 10h às 20h. Local: Av. Boa Viagem, na altura do nº 6000, Boa Viagem. Ingresso: grátis.

Varzea:
• Instituto Ricardo Brennand: A coleção do empresário Ricardo Brennand é exibida neste complexo cultural formado por uma pinacoteca e pelo Castelo São João, no meio de um jardim de esculturas. A pinacoteca reúne documentos e pinturas do período holandês, incluindo obras de Debret, Taunay e a maior coleção de Frans Post do mundo (15 quadros). No Castelo é exibida a coleção de 3 mil peças medievais, principalmente armas brancas. Horário: 3ª a domingo, das 13h às 17h. Local: Alameda Antônio Brennand, Várzea. Ingresso: R$ 20 (grátis na última 3ª feira do mês).
• Oficina de Cerâmica Francisco Brennand: A visita na inclui passeio pelo jardim projetado por Burle Marx com escultura de Francisco. A olaria Cerâmica São João da Várzea, fundada em 1917 pelo pai de Francisco e estava em ruínas, foi transformada em ateliê e museu a partir de 1971. Atualmente também há uma loja que aceita encomendas de revestimentos da marca Brennand. Horário: 2ª a 5ª feira, das 8h às 17h. 6ª feira, das 8h às 16h, sábado e domingo: 10h às 16h. Local: Propriedade Santos Cosme e Damião, s/n, Várzea. Acesso pela Av. Caxangá. Ingresso: R$ 10.
Observação: Apesar de serem primos Ricardo e Francisco não se falam, por isso não há nenhuma facilidade para visitar os dois espaços. Para ir aos dois precisa ir de 3ª a domingo, de manhã na Oficina e a tarde no Instituto ou a tarde em ambos.

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