Recife: a viagem e a chegada

Dia de viajar novamente, mas acredite apenas uma empresa detém o monopólio das viagens de Maceió a Recife. Assim fica difícil.

Essa foi a terceira vez que fui a rodoviária de Maceió e só agora vi um discreto balcão de informações turísticas em um canto, isso porque na entrada da rodoviária tem um grande balcão de informações. Fui ver o que eles tinham. Peguei um montinho com vários panfletos, inclusive um sobre museus e outro “Visite o Jaraguá”. Apesar disso, a mulher que me atendeu falou logo nas praias e ao mostrar o mapa deu ênfase em Ponta Verde. Ela não citou o Jaraguá, o Centro ou os museus. Mas mostrou um guia de restaurantes e bares da cidade. Ou seja, se a secretaria de turismo quer promover um turismo cultural na cidade ela precisa divulgar isso melhor e treinar melhor seus funcionários.

Em Natal ninguém me pediu identidade para viajar em ônibus interestadual. Em Maceió me pediram, mas tinha dois fiscais da ANTT olhando o meu ônibus, por tanto não sei se isso é de fato o de praxe. Os fiscais deviam ter visto é que o ônibus fedia muito e ter interditado. Sério era insalubre e as janelas não abrem por causa do ar condicionado.

Cheguei em Recife, só vi uma periferia muito largada e já ouvi um “a essa hora não tem problema andar” quatro quadras até a lanchonete. Aqui pelo menos já sei (há anos) que é perigoso. Acho melhor assim, porque não há dúvidas. Precisa ter cuidado.

Obs.: Vi a sede da empresa MV, dona do sistema de gestão hospitalar do trabalho.

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4 ideias sobre “Recife: a viagem e a chegada

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