Westerminster: Soho e Convent Garden

Reino Unido – Dia 4

Mais um dia que começou com um museu. E que museu! A National Gallery é ótima, mas tinha uma parte grande fechada (inclusive a parte que tem uma Ponte Japonesa, Os Girassóis e um Klint), mas a guardete me falou que vai abrir amanhã, só fechou para ajeitarem algumas coisas. Mesmo assim eu me deliciei com boa parte do Renascimento na minha frente por horas. Fiquei lá de 10h às 15h, mas sai para comer algo e voltar. Isso é o bom de não cobrarem ingresso.

Trafagar Square com o gigantesco prédio da National Gallery quando cheguei de manhã.

Trafagar Square com o gigantesco prédio da National Gallery quando cheguei de manhã.

Manifestação contra a privatização da Galeria Nacional.

Manifestação contra a privatização da Galeria Nacional.

O retrato de Arnolfini, de van Eyck. Assim de pertinho. :)

O retrato de Arnolfini, de van Eyck. Assim de pertinho. 🙂

Detalhe da "Virgem dos Rochedos" de Leonardo.

Detalhe da “Virgem dos Rochedos” de Leonardo.

Uma das salas da National Gallery.

Uma das salas da National Gallery.

Uma das cúpulas da National Gallery.

Uma das cúpulas da National Gallery.

Aliás, a Trafalgar Square (onde fica a galeria) vive lotada de pessoas sentadas ou passando, além de artistas de ruas. Na hora do almoço muitas pessoas com seus lanchinhos, independente da idade ou classe social. Na saída vi muitas pessoas aproveitando o belo dia de sol para ficar na grama, inclusive um homem de cueca, isso mesmo um cara de meia idade de cueca e camiseta. Não tirei foto porque a imagem era meio fim de festa.

Artistas de rua na Trafalgar Square.

Artistas de rua na Trafalgar Square.

Parte da Trafalgar Square no horário do almoço.

Parte da Trafalgar Square no horário do almoço.

Dessa vez eu fotografei o lanchinho do mercado.

Dessa vez eu fotografei o lanchinho do mercado.

Depois foi uma andança só pela parte mais turística da cidade – o Soho. Fui andando até a Leicester Square, que é a praça onde ocorrem as premiéres de cinema. Mas não há nada de mais. Logo atrás da praça fica a Chinatown, com seus restaurantes orientais bem diferente da comida chinesa no Brasil, lanternas tradicionais ou modernas, além de casas de massagem e acupuntura. Na Gerrard Street tem um pórtico oriental de cada lado. Mas nada demais. É tipo uma Liberdade, de São Paulo.

O Odeon londrino na Leicester Square.

O Odeon londrino na Leicester Square.

Gerrard Street na Chinatown.

Gerrard Street na Chinatown.

Lanterna moderna na Chinatown.

Lanterna moderna na Chinatown.

Segui para a famosa Picadilly Circus, que nada mais é que uma rotatória com um chafariz e alguns letreiros luminosos em um dos prédios. A fama dessa região talvez vem da badalação, pois nitidamente é a área não só dos cinemas e teatro, mas nos barzinhos.

Picadilly Circus.

Picadilly Circus.

Loja da MeM's. Sério só vende as balinhas em todas as formas possíveis, brinquedinhos, copos da marca...

Loja da MeM’s. Sério só vende as balinhas em todas as formas possíveis, brinquedinhos, copos da marca…

Depois segui por uma das mais famosas ruas de compras da cidade – a Regent Street – até a região de calçadão em volta da Carnaby Street. Essas ruas são bem bonitinhas, mas não tem nada demais. Eu vi uma loja da Havainas e outra da Melisssa nessa área. No caminho para o Covent Garden acabei passando e parando um pouco na charmosinha Golden Square.

A Kingly Street na região da Carnaby Street.

A Kingly Street na região da Carnaby Street.

Golden Square.

Golden Square.

O Covent Garden Market foi meio decepcionante. Adoro mercados e achava que veria barracas de comida e artesanato. Mas na realidade tem uma pequena parte de artesanato, alguns restaurantes (nada de barraquinha) e uma parte meio camelódromo da Uruguaiana com várias lojas de lembrancinhas turísticas. Mas tem até uma parte com lojas da Dior e Channel.

A placa de rua da Covent Garden.

A placa de rua da Covent Garden.

A parte de feirinha de artesanato da Covent Garden Market.

A parte de feirinha de artesanato da Covent Garden Market.

Apresentação de artista de rua na Covent Garden Market.

Apresentação de artista de rua na Covent Garden Market.

Contei com uma ótima ajuda  de placas de rua que facilitam a vida do turista. Esse é o lado bom de visitar áreas muito turísticas.

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2 ideias sobre “Westerminster: Soho e Convent Garden

  1. Ci de Sá

    Você vai voltar para ver os Girassóis e o Klint, não vai?

    Qual era a mágica dos caras flutuando em frente ao National Gallery?

    Você pôde fotografar o van Eyck!! E o CCBB de marra com os Gêmeos…

    Achei o lanchinho bem honesto para o preço. Adorei o fato de ter frutinhas 😀

    Vocês poderiam experimentar ir ao cinema aí…

    Resposta
    1. N. Autor do post

      O truque pelo que entendi era na a mão e braço que tem um bastão são falsos. Na verdade aquilo liga para uma plataforma. É um metal que faz quase um “U” invertido. De um lado toda no chão do outro tem um pedestal para a pessoa apoiar. Mas de qualquer forma é bem difícil.
      Sim maninha essa regra de não fotografar está caindo por terra. Tem algumas salas ou pinturas que são tão sensíveis que não se pode fotografar, mas no geral é liberado. Pretendo, pelo menos, tentar voltar para ver o resto, mas não sei se conseguirei ver tudo porque foram 4h só para ver a metade.
      O lanche é honesto mesmo, ainda mais em um lugar tão caro com Londres. Eles acham almoçar por menos de £10 uma barganha.
      Pensei em ir ao cinema, mas vai ser caro e não terá legenda. Acho melhor por enquanto ficar vendo filme em casa com legenda em inglês.

      Resposta

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