Glasgow

Reino Unido – Dia 17

Que dia frio! Agora sim estou na Escócia, onde sempre esquecem a porta do congelador aberta. Eu até coloquei o lenço na cabeça, mas começaram a me olhar muito. Parece que aqui islâmicos são bem incomum. Acabei tirando porque não gosto de chamar atenção (e tava muito feio).

Um restaurante com o foguinho que vi no inverno de Montevidéu.

Um restaurante com o foguinho que vi no inverno de Montevidéu.

Glasgow é uma grande cidade pequena, mas é a maior dessa categoria que conheci. Sei que ela é a terceira maior cidade do Reino Unido e a a maior da Escócia, mas parece ter poucas pessoas. Seu principal calçadão estava “vazio” ao meio dia. Poucas ruas realmente parece cheia, mas nunca como no Rio. E olha que as pessoas falam que Glasgow é só uma cidade grande como São Paulo.

Para ser sincera, ela só entrou no meu roteiro por questões logísticas e sabia que um dia era insuficiente para conhece-la, por isso minha ideia era andar na cidade para sentir o clima, mas sem visitar coisas específicas. Comecei pela Catedral, porque era perto, e fui andando para a praça principal da cidade – a George Square. No caminho vi uma sequencia de grafites em uma parte da cidade cheia de prédios da universidade. Já na praça vi a City Chambers (Prefeitura) e o monumento aos mortos na II Guerra. Aliás, parece que toda cidade tem um desse por aqui. Em Londres, tinha homenagens aos mortos, as mulheres que trabalharam na guerra, aos animais mortos…

A catedral.

A catedral.

O primeiro grafite que vi.

O primeiro grafite que vi.

Uns grafites legais na lateral e na frente de uma escadaria.

Uns grafites legais na lateral e na frente de uma escadaria.

A prefeitura e o memorial.

A prefeitura e o memorial.

Depois fui andando na região de Merchant City, que é uma parte central bem comercial e passei em frente a Galeria de Arte Moderna (GoMA) e a estátua do duque de Wellington famosa por ter um cone na cabeça, mas ela estava sem o cone. Achava até que isso era uma intervenção oficial, mas pelo que li não é e a prefeitura tira o cone, mas sempre alguém recoloca.

Acabei nas principais ruas de compras da cidade. Primeiro foi a bela Buchanan Street, calçadão sofisticado, mas com algumas lojas normais. Depois passei na Argyle Street, que é mais popular. E assim eu acabei na beira do rio Clyde, que corta a cidade.

A Buchanan, cheia de prédios vitorianos, ao meio dia.

A Buchanan, cheia de prédios vitorianos, ao meio dia.

A bela galeria Argyll Arcade.

A bela galeria Argyll Arcade.

Detalhe de outro prédio.

Detalhe de outro shopping.

Se a marginal Tietê fosse assim com uma ciclovia ao lado e o patrimônio histórico preservado seria ótimo.

Se a marginal Tietê fosse assim com uma ciclovia ao lado e o patrimônio histórico preservado seria ótimo.

Depois de passar no supermercado e almoçar em um shopping fui andando para o Green Park, o maior parque da cidade. Acabei passando no Tolbooth Clock Tower, que era a torre da antiga prefeitura que pegou fogo. Mas aqui tudo quanto é torre tem relógio. Parece ser uma obseção.

Tolbooth Clock Tower.

Tolbooth Clock Tower.

Tolbooth Clock Tower no fundo e outra torre com relógio.

Tolbooth Clock Tower no fundo e outra torre com relógio.

Uma cabine da polícia antiga. Parecia desativada.

Uma cabine da polícia antiga. Parecia desativada.

Prédios na parte nova da cidade.

Prédios na parte nova da cidade.

Ao chegar no parque, que é na beira rio, estava muito frio e garoando. Por isso, fiquei pouco tempo e fui embora. Além disso, a pesada bolsa de mercado fez meu corpo reclamar. Lembrando que no dia anterior eu passei mal, comi mal e carreguei o peso das minhas tralhas por uma caminhadinha. Hoje meu corpo estava fragilizado, o tempo frio e o peso não ajudaram em nada.

O Green Park sem uma viva alma.

O Green Park sem uma viva alma.

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O People’s Palace Museum, que tem uma estufa com cafeteria, fica no Green park.

O People’s Palace Museum, que tem uma estufa com cafeteria, fica no Green park.

A Doulton Fountain no mesmo parque.

A Doulton Fountain no mesmo parque.

Ainda andei muito até chegar ao albergue até porque para variar me perdi por falta de placa com nome de rua. Nesse tour ainda passei pelo Cemitério Necrópoles, que é famoso pela beleza, mas eu não curto cemitérios.

 Necrópoles.

Necrópoles.

Quando cheguei estava exausta e precisava muito descansar.

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4 ideias sobre “Glasgow

    1. N. Autor do post

      Fui até rever as fotos para ver essa menina. Agora já estou acostumada com essas cores de cabelo.
      Esse dia foi um dos mais frios da viagem junto do dia que fui ao Kensigton Gardens.

      Resposta
    1. N. Autor do post

      Não tenho visto para não me assustar, rs. Acho que deve estar cerca de 17º, mas em alguns lugares venta e ai a sensação térmica cai. Aqui na Escócia tenho usado um camisa justa que comprei no Peru, um casaco atoalhado quentinho e a capa para vedar o vento. Não usei a luva, nem o cachecol de tecido que trouxe. Embaixo estou com uma legging, a calça de nylon forada, uma meia grossa (não é de lã) e a botina que é impermeável. Isso tudo porque o verão oficialmente já começou. hehehe.
      Mais apesar do frio os lugares são lindos mesmo.
      Estou sem acesso ao email e já estava preocupada com você, mas sem poder te perguntar como você estava. 😦
      Que bom que você comentou!
      Beijinhos e bom recuperação!

      Resposta

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