Ilha de Skye: tour

Reino Unido – Dia 21

Sonhei que o tour dava errado. Apenas uma birra com tour, medo de perder o tour ou premonição?

Tendo melhorado da gastroenterite que me abalou desde a ida para Glasgow, cheguei com antecedência no ponto de encontro e logo depois o guia apareceu. Ele era um falante inglês com ascendência italiana que já esteve no Brasil. Bacana! Achei que tudo estava dando certo: eu melhorei, o guia apareceu, era simpático e eu entendi o inglês dele. Depois de parar em Broadford (uma das vilas da ilha) para pegar outras pessoas paramos debaixo de chuva na Sligachan Bridge para ver as montanhas Cuillin (Red, a menor, e Black, a maior). Seguimos até Portree (a capital da ilha), onde pegaríamos as últimas pessoas e nos foi recomendado ir ao mercado comprar algo para comer no almoço. Ao voltar para a van já havia outra van e nos perguntaram se havia problema eu e a Geo irmos em carros separados. Respondemos que não – afinal não somos siamesas – e embarcamos.

A primeira parada foi parar novamente em Sligachan para as pessoas que embarcaram em Portree verem. Foi bom porque desta vez não chovia. Fato estranho foi que o segundo carro não parou ali.

A ponte com chuva.

A ponte com chuva.

A ponte e o Red Cuillin com chuva.

A ponte e o Red Cuillin com chuva.

O Black Cuillin com chuva.

O Black Cuillin com chuva.

Portree, as casinhas coloridas são um cartão postal da cidade, mas tirada de outro ângulo.

Portree, as casinhas coloridas são um cartão postal da cidade, mas tirada de outro ângulo.

Sem chuva, a ponte com o Red Cuillin no fundo.

Sem chuva, a ponte com o Red Cuillin no fundo.

O Black Cuillin a partir da ponte.

O Black Cuillin a partir da ponte.

A segunda parada foi no Fairy Pools, um córrego com uma série de pequenas cachoeiras, que não fazia tanta questão assim de ver. Mais uma vez o segundo carro não parou ali. Achei que talvez eles fazem o caminho inverso para ter menos gente para administrar. Mas deviam ter deixado isso claro para mim e para a Geo já que estamos juntas. A questão era relaxar e me divertir. Afinal as cachoeirinhas foram bem bonitas.

A trilha até Fairy Pools.

A trilha até Fairy Pools.

Em alguns pontos tinha que atravessar córregos pulando pedrinhas.

Em alguns pontos tinha que atravessar córregos pulando pedrinhas.

Sequência de cachoeiras.

Sequência de cachoeiras.

Piscina de água cristalina e com certeza gelada.

Piscina de água cristalina e com certeza gelada.

Piscina, córrego e montanha.

Piscina, córrego e montanha.

Na sequência eu já estava grilada com a questão de dividirem os grupos e mal explicarem. Ai começou o lado ruim de qualquer tour. Paramos na loja da única destilaria de uísque da ilha (que tem uma visita guiada paga) e em uma loja de ostra, já que a ilha é famosa pela produção de ostras. Nessa segunda loja vi o panfleto da empresa de tour e fui olhara para ver se tinha o roteiro. Sim tinha e ainda por cima tinha dois tipos de tour. Ou seja, na verdade eu estava fazendo um roteiro e a Geo outro. Para piorar tudo que eu queria ver estava no outro roteiro. Ai eu fui falar com o guia porque eles não nos avisaram isso. Não me perguntaram se queria aquele tour. Se eles têm dois roteiros, deviam deixar claro qual estavam vendendo e não sair empurrando qualquer um para as pessoas porque eu sabia bem o que queria ver. Reclamei, mas na verdade não podia fazer mais nada além de procurar a empresa no TripAdviser e detoná-la. Fui pelo menos tentar curtir o que veria, porque a ilha é linda independente de ver os pontos mais famosos dela.

Depois disso paramos e seguimos uma trilha que nos levou para os fundos do Castelo de Dunvegan, que tem cerca 800 anos e seu ingresso é pago (£11). Além da bela vista, segundo o guia, aquele é um ponto que costuma ter focas tomando sol, mas não havia nenhuma.

Campo florido.

Campo florido.

Escarpa.

Escarpa.

O castelo.

O castelo.

Depois parei no Fairy Bridge, que é apenas mais uma ponte de pedra. Assim como a Sligachan está fechada para trânsito de carros. E segui para outra loja, desta vez de pele de ovelha. Três lojas, sério? Por isso eu detesto em tour.

A ponte.

A ponte.

Bela vista da loja de pele.

Bela vista da loja de pele.

Por fim, o tour terminava indo ao Fairy Glen (Vale das Fadas). Que nada mais é que um pequeno vale com pequenas ondulações na encosta, que são erosões causadas pelas ovelhas. Na verdade isso pouco importa porque o vale é bonito.

O vale das fadas em si.

O vale das fadas em si.

A vista lá de cima.

A vista lá de cima.

Outra vista.

Outra vista.

Após terminar com antecedência o que tinha para fazer o guia resolveu passar nos principais pontos do outro tour só porque eu tinha reclamado. Foram paradas rápidas, mas deu para ver que a ilha é realmente maravilhosa. Quando paramos do Quiraing eu ouvi até um “oh!” dos meus colegas de tour. E a foto não faz juz ao local.

O vale Quiraing.

O vale Quiraing.

O Kilt Rock.

O Kilt Rock.

O Old Man of Storr de perto.

O Old Man of Storr de perto.

O Old Man of Storr de longe e entre nuvens

O Old Man of Storr de longe e entre nuvens

Pelo menos sai realizada porque realmente vi cenários lindos o dia inteiro. Inclusive tirei várias fotos (muitas ruins) com o carro em movimento.  E as mudanças de clima, tão comuns na ilha, não me atrapalharam porque só choveu quando estava no deslocamento e chegou a abrir sol em alguns pontos.

Uma pena eu não saber dirigir porque vi várias recomendações de que a melhor maneira de conhecera ilha é alugando um carro. Com certeza de carros eu veria as coisas que queria e um pouco mais durante os dois dias que fiquei lá. Sim, porque amanhã já vou mudar de base novamente.

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2 ideias sobre “Ilha de Skye: tour

  1. Ci de Sá

    Nossa! O Kilt Rock é um espetáculo! Eu estava mesmo esperando uma falésia como esta! Fiquei curiosa para saber como foi o tour da Geo… Ela gostou? Foi a muitas lojas?

    Resposta
    1. N. Autor do post

      Sim o Kilt Rock é lindo! Mas acho que uma caminhada pelo Quiraing seria muito bem vinda.
      Ela gostou, não teve loja nenhuma, mas teve o inconveniente do tour ter parado uma hora no castelo. Ou seja, ou ela pagava £11 para entrar ou ficaria este tempo ali parada sem fazer nada. Ai o tour que já custava £40, passou a custar £51 o que é bem salgado. Ela parou também para almoçar e eu não – ambos tem pontos negativos e positivos. Eu prefiro não almoçar e ver mais coisas.

      Resposta

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