Minha mala de viagem para Bariloche

Minha bagagem para a viagem de Bariloche (ago. 2016) ficou assim:

Segundas pele:

Blusa segunda pele

1. A blusa vermelha não é boa. Ela não é tão quente e para piorar seu comprimento fica exatamente na cintura e no pulso. Ou seja, ela tem tendência a subir e com isso leva o suéter junto. Acabei usando ela mais para dormir.

2. A preta de gola alta é quentinha, protege bem e não sobe. O problema é que fica fedendo rapidamente.

3. A preta com máscara ninja é perfeita, na verdade só falta ter lugar para colocar o polegar. Ela é comprida no quadril e na manga, mas se tivesse furo para o polegar ficaria presa dentro da luva aconteça o que acontecesse. O capuz e a máscara funcionam muito bem e faz com que use menos gorro, mas quando usei só o capuz, sem a máscara, ela me deu dor de cabeça.

Furo para colocar o polegarEsse é o furo para colocar o polegar.

 

Regatas:

2-regatas

Não usei nenhum dia. Levei para usar por cima da segunda pele para esquentar um pouco mais o tronco e aparecer quando tirasse o suéter. Como em Bariloche as atividades são geralmente feita ao ar livre, não costumava tirar o suéter. Na verdade eu esqueci de usar e acho que não teria melhorado a sensação de frio que senti, pois foram mais localizadas no pé e nas pernas.

 

Suéteres:

Suéteres

1. O marrom é de acrílico e por isso não é tão quente, mas tem a melhor modelagem dos três, por ser bem longo no quadril, na manga e na gola.

2. O branco de cashmere é quente, mas deveria ser mais grosso para ser mais quente. Sua medida é exatamente na cintura e no pulso, por isso, subia com facilidade dependendo da segunda pele que usava. A gola alta tem boa medida, mas não dá para usar como máscara.

3. O azul levei mais por segurança e foi bom levar. Nos dias mais frios sai com ele por baixo do suéter branco. Mas ele não tem gola alta e é fino demais, apesar de ser de lã.

 

Casacos:

Casacos

Deveria ter confiado mais nos meus casacos, pois fiquei com medo de que eles não suportassem.

1. A parca roxa que eu achava que não era tão impermeável assim funcionou bem na chuva e na neve. Até porque não foi nada torrencial como as chuvas tropicais do Rio. Ela tem um bom comprimento e o capuz ajuda bastante.

2. O casaco de pluma é incrível! Ele é bem quente, tanto que geralmente quando usava o capuz dele eu não usava gorro. O lado ruim é que ele não é corta vento. Mas pode se usar uma capinha fina corta vento por cima dele. Outra coisa é que ele solta pena. Eu achei isso bem estranho porque significa que com o tempo ele vai perder sua capacidade de esquentar. O que não é bom.

Observação: com meu conhecimento de hoje, eu teria comprado um casaco de esqui, que são quentes (tem forro com fleece), impermeáveis e com tecnologia corta vento. Apesar de serem um trambolho.

 

Acessórios de cabeça e pescoço:

Acessórios de inverno

1. O meu super cachecol funcionou bem até quando achei que não funcionaria. É umas das minhas peças de frio prediletas.

2. O gorro da Cintia é muito bom e até procurei um assim para comprar, mas não achei. Ele é grosso (tem duas camadas de tecido), sem buraco (os de tricô são grossos, mas tem os buracos da trama, por onde entra vento) e cabe meu cabelo todo dentro. Isso as vezes ajuda muito porque ficar administrando cabelo, cachecol, gola alta… tudo isso no pescoço fica muita informação.

Observação: tem um “cachecóis circular” de tecido fino, que eu acho que funcionam bem como máscara contra o vento. Melhor que os feito de lã ou fleece porque quando cobrimos a boca e nariz respiramos por esse tecido, que por ser fino facilita a passagem do ar e é mais fácil lavar e secar, por que nossa respiração é úmida.

 

Luvas:

Luvas

1. A luva de couro foi a que eu mais usei. Ela não é tão quente, mas nada que colocar a mão no bolso não resolva. Foi boa por ser corta vento e fácil de limpar quando sujava.

2. A luva touch (cinza) é bem frágil, mas foi ótima por servir muito bem como segunda pele. Ela não é tão quente (tinha que ficar com a mão no bolso) e suja facilmente.

3. A luva de esqui eu só usei nos dias de esqui e foi super quentinha. Não senti frio nas mãos usando ela.

4. Não usei a luva de tricô azul porque todos os dias estavam ventando bastante e sabia que entraria vento nas mãos.

 

Legging térmica e meia calça:

Legging

1. A cinza e a marrom são iguais. São boas, mas não são perfeitas. Para frio mediano elas funcionam bem, mas para muito frio elas deixam a desejar.

2. A preta parecer ser mais quente, mas usei em dias que me expus menos ao frio. Por isso, ainda não sei opinar bem.

3. A preta de tricô eu não usei, porque só uso em dias mais frios por cima das outras legging, mas nos dias mais frios eu sai com a calça de esqui que está justa na cintura e não dava para eu usar duas leggings.

Meia-calça

4. Não usei a meia calça (fio 80). Deveria ter usado nos dias que fui esquiar, mas acabei esquecendo.

 

Calças:

Calças

1. A azul se mostrou pouco quente. Apesar de ser forrada ela não esquenta quase nada.

2. A calça de esqui é super-hiper-impermeável, mas senti frio usando ela (com um legging por baixo). E como ela está bem justa na cintura, se usasse outra legging a calça não fecharia. A cor não ajuda em nada por sujar muito. Só usei para ir esquiar mesmo.

 

Meias:

Meias

1. As meias soquetes ajudam a deixar o pé quentinho. Essas para esportes são boas porque são feitas para absorver bem o suor e o pé não fica molhado.

2. A meia uruguaia (azul e amarelo) é quente, mas nem tanto. Para os dias mais frios ela não era suficiente.

3. A meia de lã até o joelho foi uma ótima compra por ser bem quentinha. Mas no Cerro Catedral ela não foi suficiente.

4. A palmilha de lã foi uma decepção. No inicio não consegui usar a palminha com as duas meias, porque a palmilha ocupava muito espaço dentro do tênis. Depois em um dos pés a palmilha começou a me incomodar porque ela saia do lugar. Por fim, no dia do Cerro Catedral eu fui com um pé sem palmilha (por causa do incomodo) e outro com palmilha e não senti diferença de frio nos pés. Lá em cima eu ainda tentei ver se tinha diferença e nada. Acho que sapatos forrados funcionam por causa do conjunto da obra.

 

Sapato:

Bota

1. Minha botina foi guerreira. Aguentou frio, chuva e neve muito bem. Só entrou um pouco de água no dia de Villa la Angunturia porque uma hora que estava na praia pisei em um parte que a areia estava alagadiça e mesmo assim não foi nada muito problemático. Senti frio nos pés, mas para um sapato que não é forrado ela foi muito bem.

2. Além disso, levei meu chinelo, que usei para andar no quarto e no albergue.

 

Roupa de dormir:

Roupa de dormir

Usei muito a legging e foi muito útil, assim como a minha meia preta de fleece horrorosa, mas confortável e quente. Porém, o aquecimento dos quartos era ruim e o único dia que usei a camiseta senti frio, por isso passei a dormir com a segunda pele vermelha.

 

Bolsas:

Bolsas

1. A minha mochila de 20 litros é bem espaçosa e leve. As correias na cintura e no busto são realmente muito boas. A capa de mochila foi muito boa e importante em situação de chuva e neve.

2. Minha ecobag (não está na foto) esteve sempre comigo. Acabava separando a mochila para papéis e comida (água, barra de cereal e biscoito) e a bolsa para acessórios de frio. Assim quando precisava colocar ou tirar algo do corpo não precisava desabotoar as tirar, virar a mochila, tirar a capa e abrir a mochila. Era só abrir a ecobag que já estava na mão. Sem contar que em Bariloche os mercados não tem sacola de plástico, nem para comprar.

3. Levei uma bolsinha pequena para se por acaso precisa-se sair para ir ali pertinho. Não usei, mas como em outras ocasiões eu já usei e não tinha, agora se puder levar eu levo.

 

Cosméticos, farmacinha e acessórios de banho:

Cosméticos

Só não usei os hidratantes porque Bariloche não é tão seco quanto Buenos Aires, então o frio não diminuiu a grande oleosidade natural da minha pele. O restante são itens de higiene pessoal básica, protetores solar e alguns medicamentos. Acabei levando muito mais creme para pentear do que era necessário. Também levei pregadeira de cabelo e um elástico, mas não usei.

Sobre minha farmacinha de viagem, eu preciso incluir um antigripal, quando for para lugares frios. Por mais que eu não use esses remédios quando estou em casa, em viagem é outra situação. Nós precisamos melhorar rapidamente porque é muito ruim ficarmos gripados, sem conseguir dormir e com moleza durante uma viagem.

Toalha

A toalha de microfibra é muito boa. Bem absorvente, seca super rápido e ocupa pouco espaço. A desvantagem em relação a toalha de natação (em tubo) é se precisar colocá-la na bolsa após o uso – por exemplo, tomar banho antes do check out – ela estará molhada. Mas como nessa viagem eu fiquei o tempo todo em um mesmo lugar, ela foi perfeita. A vantagem em relação a toalha de natação (em tubo) é que ela ocupa menos espaço e pode ser guardada de várias formas (enrolada, dobrada, aberta) dependendo do espaço que sobra na mala.

 

Acessórios tecnológicos:

Acessórios tecnológico

Da próxima vez é bom levar isso em um saco de pano que não faz barulho. Levei no transparente por causa da vistoria da polícia federal no aeroporto, mas, como das outras vezes, não foi necessário tirar da mochila para passar no raio-x. O albergue tinha tomadas adaptadas para o padrão brasileiro e não precisei usar o adaptador de tomadas.

1. A máquina fotográfica e o cabo de dados são fundamentais nas viagens.

2. O carregador de bateria e a bateria extra (saco azul) foram muito úteis. Apesar de não ter um dia que eu tenha usado a bateria inteira, mas por ter uma extra não precisasse carregar a bateria todos os dias como ocorreu no Reino Unido.

3. O fone de ouvido foi ótimo para os dias que passei no albergue, assim podia ver vídeos e ouvi podcasts tranquilamente.

4. O netbook (com carregador) são excelentes. Posso descarregar a máquina fotográfica, postar no blog de forma confortável e ter coisas para fazer nas horas no aeroporto e nos dias de descanso no albergue.

5. Quase não usei o HD externo, mas é bom levar para ter mais opções do que fazer. Além de já fazer o backup das fotos.

6. O celular funcionou como despertador e calculadora. Além de mandar mensagem quando embarquei e desembarquei no Rio.

 

Outros:

Além disso, levei roupa íntima, um par de brinco, carteira, as minhas anotações para a viagem (incluindo telefones e endereços de emergência), bloco de notas e caneta.

 

 

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