Belém: Espaço São José Liberto & Bosque Rodrigues Alves

Como decidi ir ao Espaço São José Liberto resolvi passar antes no Ver-o-Peso para vê-lo funcionando completamente. É interessante. Hoje dei uma passeada de longe pela ala onde vende perfumes e garrafadas com aquelas curandeiras te chamando doidas para te pegar para tentar vender as quinquilharias delas, fiz cara de poucos amigos e passei batida. Depois tem uma ala que é uma feira livre normal, quer dizer tirando os animais vivos, que também é comum no Nordeste.  Entrei no prédio azul, que é o mercado de peixe — parece o Mercado São Brás de Campo Grande, porque aqui em Belém também tem um mercado homônimo –, mas por dentro ele foi modernizado para manter a higiene. Aliás tinha vários agentes de vigilância sanitária hoje no Ver-o-Peso. Em frente ao mercado de peixe tem o mercado de carne, que são vários açougues um ao lado do outro em um prédio centenário.

Mercado de carne do complexo Ver-o-Peso.
Segui viagem para o Espaço São José Liberto, que era uma prisão e agora é um centro ligado a pedras e a joalheria. Lá tem o Museu de Gemas, várias lojas de joias e souvenir de pedras, além de algumas de cerâmica e roupas. O espaço ainda tem duas partes dedicada a história do prédio: uma antiga cela que foi preservada, mas que eu não consegui ficar lá dentro para ler os painéis, e a antiga capela jesuíta de quando o prédio foi erguido.

A capela do Espaço São José Liberto

Depois fui ao Bosque Rodrigues Alves, também chamado de Jardim Botânico da Amazônia, que assim como o Museu Emilio Goeldi é um jardim inglês do final do século XIX. A diferença é que o Bosque é bem maior e foi criado em um área realmente florestal, apesar dos arredores hoje estarem urbanizados, então é um mata nativa. O problema é que os dois parques matem a lógica do século XIX, quando ter animais em cativeiros minúsculos era aceitável. Achava melhor acabarem com os cativeiros e criarem logo um zoológico sério.

Entrada do Bosque.

As famigeradas gaiolas dos animais.

O bosque me si.


Vista de cima da “ruína” que há no parque.


O chalé de ferro onde fica a administração.

Olha quem habita um coreto do parque!


11 anos após a reforma… O parque tem sérios problemas de manutenção.

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